segunda-feira, 8 de abril de 2013

Ação Socioambiental - Instituto Visão Social


No ultimo sábado, dia 06 de Abril, fiz parte de uma ação socioambiental, ás margens do Guaíba, enfrente ao Barra Shopping Sul, realizada pelo Instituto Visão Social. Nesta ação coletamos inúmeros resíduos, dentre eles pneus, colchões, vidros, papeis, embalagens plásticas, roupas, latas, restos de comida e etc. Tendo isto em vista me chamou a atenção que ainda tratamos a natureza deste local que é bela com muito descaso, prejudicando assim a flora, a fauna e nós moradores.



Muitas vezes somos questionados sobre o que devemos fazer diante de situações de degradação da natureza, como no caso do nosso Guaíba, e respondemos que esta questão cabe aos governantes resolverem. Mas, nos enganamos, pois cada um deve agir colocando seu resíduo no lixo, conscientizando as pessoas sobre o papel dos mananciais e da importância de que eles sejam próprios para consumo dos seres vivos, participando de ações socioambientais como esta que visa chamar a atenção da população e das autoridades.


Precisamos agir rápido em prol da preservação da natureza, pensando em deixar condições ambientais melhores para as futuras gerações, ou então nos seres humanos não teremos mais condições de sobreviver.
Temos a necessidade de além de não jogar resíduos no meio ambiente, reciclar, reutilizar e reduzir o consumo de embalagens industriais e alimentos em geral, produzindo assim menos lixo. 






segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Oficina brincando com recicláveis na Escola Estadual Rio Grande do Sul


Tive o prazer de realizar uma oficina de brinquedos feitos com materiais recicláveis, reaproveitando materiais como a garrafa pet que iria para o lixo e com esse reaproveitamento acabou estimulando a criatividade,  imaginação , alegria e a consciência ambiental das crianças.

São brinquedos simples e fáceis de serem feitos, mas o importante é o fato de que as próprias crianças possam fabricar os seus próprios brinquedos sem precisar ficar comprando cada vez mais brinquedos para estimularem o seu aprendizado. Os brinquedos recicláveis fazem com que as crianças aprendam brincando a cuidar mais do nosso planeta.

Ai vai os materiais e o modo de fazer os brinquedos que foram feitos na oficina:

Vai-Vem
2 garrafas pet de 1,5 L ou 2 L vazias.
Fita adesiva colorida
Barbante
Tesoura

Corte as duas garrafas na parte superior, encaixe uma parte cortada na outra e passe fita adesiva para que fique firme. Corte dois pedaços de barbante e passe pelos bicos das garrafas. Corte quatro quadrados na parte que sobrou da garrafa para fazer os puxadores. Enrole com fita adesiva e amarre em cada ponta dos barbantes .



Estrela de Garrafa Pet

Corte a garrafa no risco da parte de baixo, após faça cortes entre os gomos da garrafa e amasse as pontas.


  

Bilboque

Corte a garrafa pet na parte superior, amarre o barbante no bico e coloque uma tampa. Na outra ponta do barbante cole com fita adesiva outra tampa.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Educação ambiental


No mundo atual quando se fala para as pessoas não jogarem resíduos no ambiente, por vezes ouvimos delas que não adianta colocar o resíduo no lixo se as outras pessoas não as acompanham na atitude correta., e é por esse pensamento que o mundo está vivendo catástrofes ambientais, pois um joga a responsabilidade para outro.
Frente a falta de consciência ambiental que vivenciamos hoje, temos que investir em educação ambiental, conscientizando as pessoas sobre o papel que o homem exerce na natureza. O investimento nessa educação começa nas crianças, pois quando crescerem vão ensinar outras crianças e assim se cria uma consciência ambiental forte, quebrando os paradigmas de que para desenvolver-se economicamente precisa pregar a destruição.
Devemos ensinar nossas crianças nas escolas a separar o lixo seco e orgânico, plantar mudas de árvores, desperdiçar menos água e alimentos, fazer seus próprios brinquedos de materiais recicláveis, entre outras práticas. Quando a criança faz seu próprio brinquedo a sua criatividade e auto-estima aumentam, pois ela sente que além de brincar está contribuindo para um mundo melhor.
Com a educação ambiental nas escolas, a garotada ao chegar em casa questiona seus pais por não cuidarem do meio ambiente e desta forma os adultos acabam tomando consciência dos atos degradatórios que cometem diariamente, seja derrubando árvores ou não separando o lixo.
Logo abaixo ensino como fazer um Ioiô de papel e elástico.

Ioiô de papel e elástico:
*Papel de jornal ou de caixa de sapato
*Fio látex
* Fita adesiva colorida
* 1 Tesoura
Faça uma bolinha de papel, coloque fitas adesivas sobre a bolinha e cole um pedaço de fita látex e está pronto o ioiô.

Referência: http://www.youtube.com/watch?v=Edxo_OMMYA8

domingo, 4 de novembro de 2012

Retrato do descaso do lixo

No Brasil, a maior parte dos resíduos solidos urbanos são de comidas jogadas no lixo que somam mais de 25 milhões de toneladas ao ano, o que seria suficiente para alimentar 30 milhões de pessoas, segundo dados da FAO(órgão da Onu sobre alimentação e agricultura). Nas grandes cidades os tonéis de resíduos de restaurantes estão abarrotados por sobras de comida diariamente. Esse desperdício todo daria para alimentar milhares de famílias carentes, mendigos, creches, albergues e dessa maneira iria diminuir a fome no país e evitar que tantas toneladas de restos de comidas lotassem os aterros e lixões, que quando se decompõem provocam a contaminação de mananciais através do chorume(líquido percolado) e a alta produção de gás metano, um dos responsáveis pelo efeito estufa.
Em ambito federal a Lei 3071, de 1916, proíbe doação de comida pronta, pois quem doa uma refeição assume os riscos caso alguém passe mal e preve detenção de até 5 anos para o responsável, mesmo se a comida for bem acondicionada e manipulada. O senador cearense, Lúcio Alcântara , criou um projeto de lei em 1997, que livra a responsabilidade cívil e criminal por dano de quem doa o alimento, desde que se prove que se está agindo de boa fé, mas o projeto está parado no senado desde 2007.
Essa lei é falha, pois mesmo não doando diretamente aos pobres e famintos, os mesmos reviram os lixos e lixões em busca de comida, com um risco ainda maior de a comida estar estragada. A lei deveria ser alterada, prevendo a análise de nutricionistas que verficassem a boa qualidade da comida doada.
Mas, frente esta problemática não devemos só esperar aões dos nossos governates e legisladores e sim fazer a nossa parte, como servir nosso prato de comida só com a quantia necessária que vamos comer, reaproveitando ao máximo as refeições que sobram e realizando a compostagem, que é uma técnica para transformar restos de alimentos em adubo.
Logo abaixo coloco uma receita de como fazer a compostagem.

Compostagem Caseira:

1.Separar cascas de frutas e legumes, de ovo, pó de café, sementes.
2.Colocar os residuos em um balde de plástico velho, caixa de madeira, galão de água vazio ou caixa d'água quebrada.
3. Fazer furos no fundo do recipiente que escolher, para que possa escorrer o chorume, que deverá ser colocado em outro recipiente, colocado em baixo do recipiente da composteira.
4. Dentro do recipiente, depositar camadas de resíduos orgânicos alternadas com camadas de folhas secas de árvores , plantas diversas, aparas de gramas secas ou serragem, como se fizesse um sanduíche. Finalize sempre com a parte seca, para evitar mau cheiro e a presença de insetos. Fazer isto, até que o recipiente fique cheio.
5. Deixe descansar de 2 a 3 meses, dependendo do tamanho deste recipiente. Neste período, comece uma nova composteira.
6. Durante os meses de descanso, revire este material uma vez por semana, para oxigenar a composteira e distribuir umidade e calor. No processo de decomposição ocorrerá o aquecimento da composteira, que significa que as bactérias estão trabalhando. Se isso não acontecer, verificar se não é necessário umedecer a composteira, ou se a quantidade de matéria seca não for muito maior que a de resíduo orgânico.
7. O adubo estará pronto quando tiver uma aparencia uniforme, como uma terra preta e já estiver fria.

Referencias: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/comida-jogada-fora-aumenta-poluicao-682620.shtml
http://familiaorganica.blogspot.com.br/2011/08/compostagem-caseira-receita.html

sábado, 6 de novembro de 2010

Sacos de Jornal



Os sacos convencionais, nos quais colocamos nosso lixo diário, são feitas de polietileno (plastico) que é derivado do petróleo, que demoram mais de 200 anos para se decompor e ficam espalhadas na natureza, contaminando o solo, a água, o ar e os animais que o encontram que podem tanto comer enganados, como ficarem presos a estes sacos.
Uma alternativa frente as sacolinhas de plásticos são as sacolas feitas de jornal, que além de reutilizar o jornal velho que fica ocupando espaço nas residencias contribuí para a redução de consumo das sacolas plasticas. O jornal é feito de papel que é um material reciclável , que se decompõem na natureza em cerca de 6 a 12 meses e seu único inconveniente é que o papel é composto de celulose que é extraída de árvores que são cortadas, contribuindo assim para o desmatamento de florestas se não houver um programa de replantio de árvores a cada árvore que for derrubada.
Os sacos de jornal podem servir para colocar o lixo seco ou lixo de banheiros domésticos, como fio dental, caixa de pasta de dente e etc.

Modo de Fazer:

Dobre um dos lados da folha de jornal, de forma a deixá-la em um formato quadrado. Depois dobre o quadrado, de modo que forme um triângulo, mantendo a base para baixo. Dobre a ponta inferior direita do triangulo até a lateral esquerda. Vire a dobradura de para baixo, escondendo a aba que você acabou de dobrar. Novamente dobre a ponta da direita até a lateral esquerda. Para fazer a boca do saquinho, peque uma parte da ponta de cima do jornal e enfie para dentro da aba que foi dobrada por ultimo, fazendo-a desaparecer lá dentro. Sobrará a ponta de cima que deve ser enfiada dentro da aba do outro lado e vire a dobradura para o outro lado e repita a operação. Abrindo a parte de cima está pronto o saquinho.

Referencia:

http://overrunning.blogspot.com/2010/08/sacos-de-jornal.html
Jornal Zero Hora – Nosso Mundo Sustentável – dia 25/10/10

domingo, 26 de setembro de 2010

Plástico de cana-de-áçucar

O plastico feito a partir da cana-de-açúcar, que é uma matéria-prima 100% renovável, que através da fotossíntese transforma energia solar(luz) em energia química processando o dióxido de carbono (CO2), um dos principais poluentes do ar, água e sais minerais em compostos orgânicos, produzindo oxigênio.
Após ser plantada e colhida, a cana é moída em uma máquina na usina e o seu caldo resultante é separado e passa por uma destilação através do aquecimento da substância até o ponto de ebulição, resultando no etanol. Em seguida este álcool é transformado em eteno através do mesmo equipamento que processa a nafta, que é um derivado do petróleo, por meio de temperatura e pressão. Na industria petroquímica, ocorre o processo de polimerização do eteno, tendo como resultado um polietileno e após disso é obtida a resina , na forma de pequenas bolinhas, que é aquecida e recebe outras substâncias, como a tinta. A resina derrete e é colocada em máquinas para ganhar a forma desejada , como sacolas de supermercado, embalagens, frascos, brinquedos, produtos escolares e tanques de combustível e etc.
Apesar de cada quilo de plastico feito de etanol retirar 2,5 quilos de gás carbônico da atmosfera, principal gás causador do efeito estufa, e de ser de fonte renovável ao contrario do petróleo que é esgotável , possui algumas desvantagens como, não é biodegradável, pois demora o mesmo tempo de decomposição do plástico comum; o seu custo é 40 % maior que do plástico convencional; a necessidade de plantar a cana-de-açúcar em larga escala, através da monocultura e o uso de defensivos agrícolas pode desgastar o solo causando a erosão e com isso compromete a produção de outros alimentos na terra que fica exaurida e pobre em nutrientes.
O plastico ''verde'' é uma alternativa para não depender tanto do petróleo na produção de plástico e não a solução do problema, pois há de se ter controle na hora de plantar,limitando a quantidade de terra usada para este fim, respeitando florestas ao não desmatar áreas , não substituindo totalmente o modelo de plástico convencional e sim utilizar as duas técnicas de produção de plástico.

Referencias:

http://www.funverde.org.br/blog/archives/3037
http://diariogauche.blogspot.com/2009/04/o-plastico-verde-da-braskem-e-uma.html
http://scienceblogs.com.br/rastrodecarbono/2008/10/descobertas-cientificas-plastico-de-cana-de-acucar.php
Zero Hora Caderno Nosso Mundo – dias 03/ 05/10 e 20/09/10

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Livro de plástico



No Brasil está crescendo o número de livros que estão sendo feitos a partir de resíduos plásticos, como garrafas pet, copos descartáveis, embalagens de produtos de limpeza e etc. Os plásticos são separados nas cooperativas de reciclagem por cor, tamanho, densidade e peso e depois vão para a prensa, formando fardos com 200 quilos cada e são enviados às industrias de livros plásticos. A partir deste processo o plástico é lavado triturado, regranulado, transferido à cilos de armazenamento e é encaminhando para as máquinas tomando a forma a granel até virar um flime de plástico, no qual é impresso o livro.
O livro feito com esse material reciclável dura mais , é mais resistentes à umidade, amassos, rabiscos e rasgos, imprime 20 % menos de tinta, possuí o mesmo peso que o convencional, apresenta brilho e no final de seu uso pode ser integralmente reciclado. Os livros de plásticos reciclados são 30 % mais caros que os comuns, mas este custo tende a baixar com o aumento da oferta e da procura do produto, pois possui um enorme apelo sustentável por ser um produto ecológico que recupera os dejetos plásticos, transformando-os em cultura, educação e informação , ao invés de se acumularem nos aterros sanitários, poluindo o meio ambiente.
A Fundação Paula Souza vai imprimiu 261 mil livros didáticos com esse material, para ser utilizado nas escolas técnicas e FATECs do estado de São Paulo.
A Fundação Padre Anchieta vai oferecer livros didáticos à 180 escolas técnicas de São Paulo.


Referencias:

http://globonews.globo.com/Jornalismo/GN/0,,MUL1588841-17665-304,00.html
http://blog.eco4planet.com/2010/05/fundacao-imprime-261-mil-livros-de-plastico-reciclado/